Compras colaborativas crescem com auxílio do mundo digital


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A economia colaborativa tem se destacado ao permitir que empresas e pessoas compartilhem produtos e serviços a partir do uso de plataformas digitais. Esse modelo de negócio, impulsionado pelos avanços na tecnologia da informação, também tem permitido que empresas de todo o mundo reduzam custos e maximizem resultados. E no Brasil não é diferente: segundo estudo recente da escola de negócios espanhola IE Business School, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, que analisou 107 empresas latino-americanas que trabalham com o modelo de economia compartilhada, 32% foram fundadas no Brasil.

De acordo com um outro levantamento, da Frost & Sullivan, grupo que realiza pesquisas globais voltadas para o meio empresarial, até 2020, o modelo B2B, com o uso da tecnologia, alcançará os US$6, 7 trilhões, com crescimento superior a 7% por ano. Estes dados revelam a importância de utilizar esse tipo de operação, facilitando os trâmites processuais indispensáveis para o negócio. No Brasil, o caminho rumo às negociações entre empresas é promissor. Com o crescimento das cerca de 9 milhões de pequenas e médias empresas, surgem novas opções de demandas. É neste momento que empreendedores devem apostar no mercado de B2B, contribuindo para a melhora da economia nacional como um todo.

Um exemplo nacional bem sucedido desse modelo de negócios é a Smarkets, que apesar da crise econômica, apresenta números impressionantes com uma estimativa de crescimento de 20% em 2017. A empresa, fundada pela empreendedora Mônica Granzo e conduzida estrategicamente por Mary Albuquerque oferece soluções de compras B2B com foco em economia colaborativa e tem ganhado força no mercado.

A ideia é equilibrar a oferta de acordo com a demanda, e, assim, permitir que empresas que tenham necessidades em comum sejam supridas pela Smarkets, que oferece preços mais acessíveis pela compra em grande escala. São negociados mais de 25 mil itens de categorias que vão desde a indústria até o setor de serviços.

“Nossa equipe vem trabalhando incansavelmente para fazer com que a Smarkets se torne a maior empresa de soluções de compras colaborativas do País. E, além disso, para que a empresa seja reconhecida como a melhor opção por clientes, colaboradores e fornecedores. É por essa razão que temos investido em inovação, treinamento e qualificação”, explica Mary.

A Smarktes também se tornou referência em ações de Business Process Outsourcing (BPO), uma forma de terceirização dos processos de negócios, que permite que as empresas dediquem atenção ao que for de interesse estratégico. A empresa acaba de receber, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio INBRASC de Supply Chain concedido pela Live University como melhor BPO de compras do País e ficou no Top 3 de Marketplace B2B.

Em um mundo cada vez mais conectado, por conta da rede, que interliga pessoas e negócios, a economia colaborativa se torna cada vez mais uma questão estratégica, onde empresas continuarão a se unir para ganhar competitividade e sobreviver aos novos tempos.

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