WebECOmendas surge com proposta de logística sustentável


Poluição pelo excesso de automóveis nas ruas, mobilidade a cada dia mais prejudicada pelos mesmos motivos e, na contramão disso tudo, gente que trabalha pela cultura da mobilidade em outros meios de transporte. Essa alternativa também é vista como solução logística dentro de grandes cidades, por empresas que precisam de entregas rápidas e perdem muito tempo no trânsito caótico das grandes cidades. É esse tipo de solução sustentável de transporte que motivou a criação da WebECOmendas.

Com foco em entregas sustentáveis, a empresa foi fundada em 2012 por Vagner Tostes e Carlos Amodeo, profissionais com sólida experiência em transportes e logística, que vivenciaram o mercado de trabalho em empresas como Varig, TAM, DHL, dentre outras. Empresas como Decathlon, Kanui, Tricae, Orto-Nil e Jack the Barber são algumas entre as que já contam com o serviço da WebECOmendas – que tem apoio da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo.

Acompanhando a evolução do mercado do e-commerce e o comprometimento com o meio ambiente, a empresa tem a proposta de aliar serviços com excelência e baixo custo. O fluxo da entrega é bastante simples: o cliente realiza sua compra virtual, o produto sai do estoque da loja para a transportadora, e de lá para o mini-hub (postos de gasolina). O cliente pode retirar sua compra no posto mais próximo de sua residência ou solicitar uma entrega domiciliar sustentável, normal ou agendada, que é realizada por ciclistas.

“Além da facilidade para a retirada de uma encomenda, o serviço auxilia na conservação do meio ambiente. O negócio está crescendo com grades marcas envolvidas”. Carlos Amodeo, um dos fundadores.

O transporte de bike apresenta inúmeras vantagens: diminui o aquecimento global, não emite CO², não causa engarrafamentos, não há custo com combustível, IPVA, estacionamento, entre outros inúmeros benefícios. As bicicletas percorrem um raio de até 2,5 km e são feitas das 6h às 22h. No Brasil, os problemas com entregas chegam a gerar um prejuízo enorme aos cofres nacionais. O maior deles, são as entregas de produtos que chegam com defeito, que muitas vezes são devolvidos e não são sequer aproveitados. Isso gera um grande deficit econômico, representando cerca de 7% de perdas de venda, em números, chega a R$2.45 bilhões.